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Ar-condicionado deve triplicar no mundo até 2050

10 de agosto de 2026

Ar-condicionadodevetriplicarnomundoaté2050

Equipe Dancold

10 de agosto de 20263 min de leitura

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O relatório Global Cooling Watch 2025 da ONU, apresentado na COP30, projeta que a demanda mundial por resfriamento triplica até 2050. A resposta combina eficiência, retrofit, refrigerantes limpos, automação e manutenção estruturada.

Ar-condicionado deve triplicar no mundo até 2050

O relatório Global Cooling Watch 2025, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, apresentado na COP30 em Belém, projeta que a demanda mundial por resfriamento pode mais do que triplicar até 2050. O número não se refere apenas a ar-condicionado residencial, engloba climatização comercial, refrigeração industrial, cadeia do frio e transporte refrigerado. Vale entender o que está por trás dessa projeção e o que ela muda para quem já opera sistemas HVAC hoje.

O que o relatório efetivamente projeta

A capacidade global instalada de resfriamento deve sair de cerca de 22 terawatts em 2022 para aproximadamente 68 terawatts em 2050, se as tendências continuarem. As emissões associadas podem alcançar 7,2 bilhões de toneladas de CO2 equivalente. O crescimento não será uniforme, deve ser mais forte em regiões quentes e ainda pouco atendidas, com destaque para África, Sul da Ásia e Oriente Médio, enquanto Europa, América do Norte e América Latina seguem substituindo equipamentos antigos e ampliando capacidade para responder a ondas de calor mais intensas.

Por que a demanda vai triplicar

Três forças combinam para produzir esse salto. O clima, com temperaturas médias mais altas e ondas de calor mais longas, que aumentam as horas de operação de cada equipamento. A demografia, com crescimento populacional e urbanização, e o efeito de ilha de calor tornando as cidades mais dependentes de resfriamento mecânico. E a economia, com aumento de renda ampliando o acesso a ventiladores, splits e sistemas comerciais em regiões antes pouco atendidas.

O que muda para quem já opera HVAC

Não é apenas questão de instalar mais equipamento. Três desdobramentos afetam diretamente o operador. Redes elétricas ficam mais estressadas nos picos, com risco de interrupção quando a temperatura sobe e milhões de sistemas ligam ao mesmo tempo. Manutenção deixa de ser opcional e vira estratégia de continuidade, porque equipamento sujo ou com carga incorreta de refrigerante consome mais e perde capacidade na hora de pico. E eficiência energética passa de item ambiental a decisão de infraestrutura.

As saídas técnicas apontadas pelo relatório

A ONU não trata a solução como aumentar capacidade instalada. O caminho combina soluções passivas para reduzir a carga térmica do edifício, sombreamento, isolamento, ventilação natural e cobertura refletiva. Sistemas híbridos, com ventilação e evaporativo antes do compressor. Equipamentos eficientes com compressor de velocidade variável. Retrofit de sistemas antigos. Transição para refrigerantes de menor potencial de aquecimento global, alinhada à Emenda de Kigali. E integração entre HVAC e rede elétrica, com automação capaz de deslocar carga. Segundo o relatório, esse conjunto pode economizar cerca de 17 trilhões de dólares em energia até 2050 e evitar 26 trilhões na expansão da rede.

Como a Dancold responde a esse cenário

Na Dancold, os instrumentos que a ONU aponta como saída já compõem o portfólio hoje. Estudo de eficiência energética, retrofit, automação completa, sistema próprio de monitoramento com sensores térmicos, energéticos e de temperatura, dashboard e aplicativo com alarme em tempo real, tudo integrado a um PMOC estruturado. Se a sua operação depende de HVAC para funcionar e você quer se antecipar a essa mudança, vale conversar. Nossa equipe técnica avalia o cenário e monta o plano adequado.

Pronto para levar sua operação a outro nível?

Entre em contato com a nossa equipe técnica e conte mais sobre sua demanda atual.

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