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Fim do gás R-22, o que fazer com equipamento antigo

9 de julho de 2026

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Equipe Dancold

9 de julho de 20262 min de leitura

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O R-22 será eliminado no Brasil até 2040 e fica cada vez mais caro. Equipamento antigo pode operar, mas quem tem parque com R-22 precisa de inventário e plano de RETROFIT ou substituição.

Fim do gás R-22, o que fazer com equipamento antigo

O R-22, HCFC usado por décadas em ar condicionado e refrigeração comercial, está em processo de eliminação no Brasil. Quem opera equipamento antigo com esse gás precisa entender o cronograma para decidir com antecedência, e não sob pressão de fiscalização ou de um vazamento no pior momento.

O cronograma que você precisa conhecer

O Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFCs, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente dentro do Protocolo de Montreal, prevê a eliminação total do R-22 até 2040. A redução acontece por cortes anuais na cota de importação, o que já encareceu o gás e vai continuar encarecendo. A Emenda de Kigali, em vigor no Brasil desde 2019, ainda inclui os HFCs de alto potencial de aquecimento global, como o R-410A, em cronograma próprio de redução.

O equipamento antigo pode continuar operando

Ter chiller ou split com R-22 hoje não é irregularidade. O equipamento pode continuar em operação, desde que a reposição de gás use R-22 recuperado ou reciclado dentro das cotas legais, com técnico habilitado e sem ventilação para a atmosfera. O que muda é o custo e a disponibilidade: a recarga de R-22 já custa entre duas e três vezes mais que a de R-410A ou R-32, e a tendência é ficar pior.

As três opções na prática

Quem tem equipamento antigo tem três caminhos.

  1. Manter e operar, apenas quando o consumo, a idade e a criticidade não justificam mudança.
  2. Converter o sistema para outro gás, o chamado retrofit de refrigerante, viável em alguns equipamentos, com adaptações de óleo e componentes.
  3. Substituir o equipamento, geralmente a opção mais econômica em máquinas com mais de dez ou quinze anos, porque devolve eficiência energética e elimina o risco regulatório de vez.

Qual opção faz sentido para o seu caso

A escolha depende de três fatores. Idade e histórico, porque máquina antiga com histórico de reparo raramente compensa manter. Criticidade, porque equipamento que para linha ou compromete ambiente hospitalar exige decisão conservadora. E consumo, porque sistemas antigos com R-22 costumam consumir de 20% a 40% a mais que equivalentes modernos. Sem inventário do parque, a decisão vira palpite.

Como a Dancold trata a transição

Na Dancold, tratamos a saída do R-22 como projeto, não como emergência. Fazemos o inventário dos ativos, identificamos gás e idade de cada equipamento, priorizamos por criticidade e retorno e montamos um plano de RETROFIT ou substituição adequado ao orçamento. O ganho é regulatório, energético e operacional. Nossa equipe técnica avalia o parque.

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